terça-feira, 9 de setembro de 2014

EUTANÁSIA: A separação do espírito do corpo


 Não é lícito a ninguém abreviar a existência material de um doente quando sofra sem esperança de cura; amenizemos os sofrimentos derradeiros, quando pudermos; mas guardemos de abreviar a VIDA, ainda que por um minuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro. Esteja o enfermo em estado de  coma ou não, com ou sem morte cerebral, a situação é a mesma.


    O Espírito ainda se encontra ligado ao corpo terreno, pelos laços fluídicos que unem o perispírito ao invólucro material
    Não podemos concordar, também, com o doente pouco esclarecido, numa visão equivocada da vida pede que lhe seja aplicada a EUTANÁSIA - aqui sim numa vacilação de fé em Deus, que concede a cada um de seus filhos as provas mais úteis ao seu desenvolvimento.
    O Pai Maior nos deu a existência material e somente a  Ele cabe retirá-la, no momento certo  de retornarmos ao mundo espiritual.
    Irmãos (ãs) em Cristo de Deus, Pensem não estamos (remos) fazendo caridade ou colocando ponto final ao sofrimento de nossos amados, permitindo a EUTANÁSIA chamada morte serena.

    "Nas decisões delicadas de nossas vidas usemos a ponderação e sejamos sensatos sempre."
Jesus nosso Guia sempre
Fontes consultadas:
  • Livro Estudando O Livro dos Espíritos: perguntas 154 a 157
  • Eutanásia pelo Espírito Rubião - DEFESA DA VIDA I -  Ed. Alvorada
Tema pesquisado por Reni Aparecida

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